segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Ulysses - Lord Alfred Tenysson



Olá Queridos,

Assisti  também ao filme Skyfall  e, tal qual em O Exótico Hotel Marigold 2, é  recitado uma parte do poema  Ulysses, de Lord Alfred Tenysson.

Bora dar uma lida? É longo, mas vale o investimento. É fantástico.


Ulysses

De nada serve a um rei ficar inerte,
No lar quieto, em meio à rocha infértil,
Unido a esposa idosa, eu doo e imponho
Iníquas leis a um bando de selvagens
Que soma, e dorme, e engorda, e não me vê.

Estou inquieto: Sorverei da vida
A última gota: Sempre gozei muito,
Sofri muito, com todos que me amaram,
E só; em terra firme, ou arrastado
Por negras correntezas irritadas
Pelas Híades: Transformei-me em nome;
Errante sempre, com ardente impulso
Muito vi e conheci; cidades de homens
E costumes, conselhos, climas, regras,
E a mim mesmo, por todos sempre honrado.
Traguei da pugna o gozo junto aos meus,
Longe na Troia dos ventantes plainos.
Sou parte, enfim, de tudo que encontrei;
A experiência é um arco pelo qual
Vislumbro um mundo inexplorado, cuja
Margem se afasta sempre ao meu mover.
Que tolice o parar, o dar um fim,
Enferrujar assim, sem uso e brilho!
Como se respirar fosse viver.
Quão pouco, vidas sobre vidas! Desta,
Pouco resta: mas cada hora é salva
Do que é silêncio eterno, um algo além,
Arauto do que é novo; vil seria
Guardar-me, agrisalhando por três sóis,
A alma cinzenta ardendo por seguir
O saber como um astro que se afoga,
Além do limiar do pensamento.

Este é o meu filho, meu fiel Telêmaco,
Para quem eu relego o cetro e a ilha –
Meu bem-amado, hábil a cumprir
Esse labor, prudente domador
De um povo rude, e mansamente, aos poucos,
Vai sujeitá-los ao que é bom e útil.
Irreprochável, centra-se na esfera
Dos deveres comuns, decente para
Sutis ofícios, prestará tributos
De justa adoração aos nossos deuses
Quando eu me for. Ele obra o dele, eu o meu.

Lá jaz o porto; O barco estufa as velas:
Ensombram grandes mares. Meus marujos,
Almas que lutam, sofrem junto a mim –
Que, jubilosas, acolheram sempre
Trovão e sol ardente, opondo frente
E fronte livres – nós estamos velhos;
Na velhice, persiste a honra e a luta;
A morte é o fim: mas antes, algum feito
Notório e nobre está por se fazer,
Sem impróprios conflitos com os Deuses.
Luzes estão a cintilar nas rochas:
O dia míngua: a lua ascende: o abismo
Gemendo em muitas vozes. Venham, homens,
Não tarda a busca por um novo mundo.
Partam, em ordem todos, e fulminem
As sonoras esteiras; Meu intento
É navegar além-poente, e sob
Estrelas do ocidente, até morrer.
Talvez vorazes golfos nos devorem,
Ou então, nas Afortunadas Ilhas,
Vejamos grande Aquiles, caro a nós;
Mesmo perdendo muito, há muito à frente,
Ainda que como antes não movamos
A Terra e o Céu; O que nós somos, somos;
O mesmo heroico peito temperado,
Fraco por tempo e fado, mas forte a
Lutar, buscar, achar, e não ceder.



(tradução de Rubens Canarin)


OUTRAS TRADUÇÕES:



In Memoriam - Lord Alfred Tennyson



Olá, Pessoal
Primeiramente, boa semana a todos.
Assisti a alguns filmes no fim e semana e, em dois deles, Lord Alfred Tenysson foi citado (Hellboy 2 e O Exótico Hotel Marigold 2).
Hoje ficaremos com a citação da Princesa Nuala do seguinte poema:

In Memoriam
 Esteja perto de mim quando a minha luz diminuir,
Quando o sangue se arrastar, e alfinetar os nervos
E formigamento; e o coração doente,
E todas as engrenagens pararem.
Esteja perto de mim, quando o quadro sensual
É coberto com dores que conquistam a confiança;
E tempo, uma dispersão de poeira,
E a vida, uma chama ligeira.
Esteja perto de mim quando minha fé secar,
E os homens, que as moscas da última primavera,
Que depositam seus ovos, e partem a cantar
E tecer suas células mesquinhas e morrer.
Esteja perto de mim quando eu desaparecer,
Para apontar o prazo de conflitos humanos,
E à beira do baixo escuro da vida
O crepúsculo do dia eterno.

Lord Alfred Tennyson

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Novo Agendamento - Assembleia-Geral Data-Base 2017 - Sindiserviços/DF

Para o resultado final da Assembleia do dia 31/01/2017, clique: http://ellie-violet.blogspot.com.br/2017/02/resultado-da-assembleia-geral-do-dia.html


Oi, Pessoal!


O Sindiserviços/DF precisou reagendar a Assembleia-Geral prevista para o último dia 19 em função do baixo comparecimento e da chuva.

Anotem a nova data:

9 de novembro, quarta-feira, com primeira chamada às 16h30 e segunda e última chamada às 17h, no estacionamento do Teatro Nacional - Próximo a Rodoviária do Plano Piloto.

Vamos participar?

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Sem Elementos

Homem na Balança dos Quatro Elementos
Autor desconhecido, 1532.



Sem Elementos


Falta-me a terra,
Assim como falta-me o chão  ante a desilusão da tua ausência.

Falta-me a água,
Assim como falta-me o acomodamento do teu corpo em mim.

Falta-me o ar,
Assim como falta-me a sensação insigne do teu fôlego no meu.

Falta-me o fogo,
Assim como falta-me a energia que enleva minh’alma ao paraíso

Falta-me você,
Aura dessa alquimia que transcende os sentidos e me faz etérea.
Magda Pêgo




quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Normas Técnicas Especiais Reguladoras do emprego de aditivos químicos a alimentos


Você sabe do conteúdo dos alimentos que ingere? Tem o hábito de ler os rótulos?

Sem tem curiosidade, Vale a leitura!

Vou destacar, a princípio, o § 1º do Artigo 2º, que fala sobre os aditivos.


Art. 2º...

§ 1º Os aditivos a que se refere o presente artigo compreendem: 


1) Corante - a substância que confere ou intensifica a côr dos alimentos. 


2) Flavorizante e Aromatizante - Flavorizante - a substância que confere o intensifica o sabor e o aroma dos alimentos; aromatizante a substância que confere e intensifica o aroma dos alimentos.


3) Conservador - a substância que impede ou retarda a alteração dos alimentos provocada por microrganismos ou enzimas. 


4) Antioxidante - a substância que retarda o aparecimento de alteração oxidativa nos alimentos. 


5) Estabilizante - a substância que favorece e mantém as características físicas das emulsões e suspensões. 


6) Espumífero e Antiespumífero - a substância que modifica a tensão superficial dos alimentos líquidos. 


7) Espessante - a substância capaz de aumentar, nos alimentos, a viscosidade de soluções, emulsões e suspensões. 


8) Edulcorante - Edulcorante (não glicídico) a substância orgânica artificial capaz de conferir sabor doce aos alimentos.


9) Umectante - a substância capaz de evitar a perda de umidade dos alimentos. 


10) Antiumectante - a substância capaz de reduzir as características higroscópicas dos alimentos. 


11) Acidulante - a substância capaz de comunicar ou intensificar o gôsto, acídulo dos alimentos.

Se liga!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Bazar: Uma ótima experiência de Vida e Empreendimento



Crise nunca foi novidade neste país.
Alguns cantam a pedra dizendo que ela é geradora de oportunidades. Fato. Não há, no caso, comodismo que impeça de olhar mais distante ou correr risco, ou dedicar mais tempo, ou, ou, ou...
Na atual conjuntura, a sacação do sistema de compras/vendas/consignação em bazares e brechós está tirando quem vende e quem compra do sufoco. Isso também é fato.
Resolve tudo? Não. Mas minimiza e dá um up, no caso da demanda de vestuário e acessórios, para que as pessoas ainda possam conduzir, não um processo de embelezamento, mas de estilo e evolução da própria imagem.
Tem muito dinheiro circulando? Óbvio que não! Mas está circulando...
E essa é a ideia: não deixar de fazer, mas ser comedido e investir pouco, pois, as prioridades são as mais diversas e inimagináveis. Cada um sabe onde lhe dói os excessos e as faltas.
Enfim, estou falando da experiência/aprendizado que o Bazar das Amigas está proporcionando a ambos os lados.
Pessoalmente, agradeço essa partilha, e por passar meu sábado com pessoas incríveis, antes desconhecidas, mas que curtem o trabalho e a dedicação que as Amigas(os) Neria Castro, Sonia Castro, Maria Jose de Castro, Maria Aparecida Ferreira, Samya Caroline Ferreira e Jean Carlos, tiveram ao longo de um ano de trabalho. Sim, UM ANO de Bazar das Amigas! Samantha Waritirre valeu a participação, ainda que por tão curto período. 
Um brinde a este processo, ao trabalho e às pessoas que, de algum modo dele participaram, participam e ainda participarão.
Um agradecimento especial a Layla Pêgo pelas conversas, boas ideias e por acreditar que o Bazar das Amigas estava no caminho certo, tornando-o objeto de estudo para seu TCC.

Está valendo, Amigas!

Angústia

Angústia
Parece uma palavra comum e é mesmo. Mas como você definiria esse sentimento?
Quer uma ajuda?
Nos dicionários temos: estreiteza, redução de espaço ou de tempo; carência, falta.
Uau! Estreiteza… Sentir como se o coração literalmente apertasse e comprimisse o sangue, em vez de bombeá-lo de volta para o fluxo da circulação.
É o peito apertado, dolorido, o ar puxado com dificuldade, apreensivo.
E que algo está para acontecer, mas sem saber do que se trata. Inquietude.
É preocupar-se como algo que não sabe o que é, mas que está latente e pulsando fora do ritmo.
Está assim? 
Fica a dica: #cuide-se.

Anne Murray - You Needed Me



Outra canção maravilhosa e inesquecível.
Creio ter sido, muito feliz. A década de 760 foi, realmente,  imbatível na sua quantidade e qualidade musical.
Anne Murray e mais uma linda interpretação para aguardar na memória.


Maggie Macneal - When You're Gone



Se conheço essas canções fabulosas, lindas de viver, foi graças a minha família, que sempre curtiu a boa música e espalhou isso pelos quatro cantos da casa.
Violões, gravadores, cifras, fitas K7 e muita música solta no ar.
Interpretação linda de Maggie MaCNeal.


SINA




Sina

Se navego em teu gosto,

Me perco,
Se me acho em teus braços,
Me acabo
Se me acabo,
Me devolves inteira
ao mundo,
Quando inteira,  me parto
e reparto,
Repartida, me buscas e
te perdes,
e Perdido, te acho,
e enlaço
Pernas, braços,
em abraços.
Minha sina, então,
recomeça,
Navegando em teu gosto,
Me perco,
Me acabo,
Me parto...

Magda, 2013

Singularidades do Amor

Porque transbordar é tudo...

Pelo copo
Pelo corpo
Pela luz do abajur
Pelo tempo
Pelo espaço
Pela vida
em comum
Somos feitos
Sem reservas
Somos fruto
Somos flor
Somos dor
E alegria
Somos o todo
Somos um

Não se explica
Não se sabe
Só se deixa
Acontecer
Não se mata
O destino
Não se pode
Escolher
Se pudesse
Eu quisera
Ter coragem
E dizer não
Ao que fala
O meu corpo
Ao que grita
O coração


Magda, 1995

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Eckhart Tolle - O Transbordar do Coração

"Comprove você mesmo: é impossível, ao mesmo tempo, sentir-se infeliz e estar plenamente no momento presente.
No nível mais profundo do ser, você está em Unidade com tudo o que existe.
Quando você recebe quem quer que venha para o espaço do Agora como um nobre hóspede, quando você permite que cada pessoa seja como ela é, ela começa a mudar.
Ao nos rendermos àquilo que é, e ao assim ficarmos inteiramente presentes, o passado deixa de ter qualquer força. A parte do ser que havia sido encoberta pela mente, abre-se.
Quanto mais nos concentramos no tempo, no passado e no futuro, mais perdemos o agora.
Sinta o poder do momento presente e a plenitude do Ser. Sinta sua presença.
A vida é agora. Nunca houve uma época em que a vida não fosse agora, nem haverá.
Pelo pensamento, não podes sentir a tua plenitude de vida, o teu Ser.
O mundo somente pode mudar desde o interior de cada ser.
Há uma expressão que revela o segredo da arte de viver, a chave de todo sucesso e de toda felicidade: nossa unificação com a vida.
Quando formamos um todo com ela, formamos um todo com o Agora.
Nesse instante, compreendemos que não vivemos a vida, é ela que nos vive.
A vida é a dançarina e nós, a dança.”


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Torneró - I Santo California 1975



Meu nível de saudosismo é realmente estratosférico e minha trilha sonora de vida precisa de muitos gigas!

Esta é uma das canções que me lembro ouvir em casa. Continuo achando lindíssima, melodiosa e gostosa de ouvir.  Amo música italiana!!
Deliciem-se.


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Kate Bush - Wuthering Heights - Official Music Video - Version 1

Perdas


Atualizado em 29/11/2016, às 15h15*
* * *
Nunca se entra no mesmo rio duas vezes (Heráclito).
Fiquei triste e chocada com o episódio do ator Domingos Montagner. Um mergulho em águas caudalosas  e vida se vai. O Velho Chico não é brinquedo.
Antes da confirmação de sua morte, os comentários iam pelas mais variadas vertentes. Dos pernósticos e maldosos, passando pelas piadas de mau gosto e chegando aos desejos normais de que ele fosse encontrado e estivesse bem. Obviamente, quando a mídia fez a confirmação isso era sabido há tempos. Mas nestes casos, todo zelo ainda é pouco. Quem quer saber que um ente querido seu foi a óbito pelas notícias do Facebook ou pela mídia? Ninguém.
Trata-se de uma perda. Dolorosa perda. Indiscutível dor que vai assombrar seus filhos até quando eles forem capazes de entender essa intercorrência na vida, a qual chamamos de morte.
Deixou  esposa, três filhos…
E se a situação fosse com você? Como contabilizaria?
Vou dar como exemplo o falecimento da minha mãe. Foi  em 12 de abril de 2012, fim da tarde. Sim. Já faz 4 anos, mas parece que foi ontem.
Vamos ver quem perdeu quem:
  • um marido perdeu a esposa;
  • seis filhos perderam a mãe;
  • seis irmãos perderam a irmã;
  • sete netos perderam a avó;
  • três bisnetos perderam a bisa;
  • mais de vinte sobrinhos perderam a tia;
  • um sem número de amigos perdeu uma amiga;
  • muitos irmãos em Cristo perderam uma Irmã em Cristo; e
  • muitas pessoas perderam o bom dia e o sorriso que ela usualmente dispensava a todos.
Na realidade, perdemos muito mais do que podemos escrever, afinal, ela poderia amar e ser amada ainda muito mais, se tivesse sobrevivido.
Quem  “ganhou”? A Funerária, a Floricultura, o Cemitério… Bom, precisamos deles, então, vamos entender tudo isso como uma prestação de serviços dos quais todos faremos uso, algum dia.
Por que estou tratando desse assunto?
É pela necessidade de respeito que precisamos ter com a dor e o sofrimento alheios. Cada vez que vejo os comentários sobre o falecimento de alguém, fico estarrecida, e me pergunto onde foi parar a humanidade.
Morrer  é tão normal quanto viver.
Mas é mais sofrido para quem fica ou para quem se vai?
O desespero da minha mãe ao ser levada à semi UTI para ser entubada, com a mão fora da maca e tentando se segurar em todos os suportes de soro pelo caminho, me mostrou que a jornada estava indo para o seu final. Não foi falta de fé. Foi uma pneumonia bilateral grave.
Quem parte, leva parte de nós e deixa parte de si. Uma viagem sem retorno. Óbvio que ela tinha medo de sair dali e não voltar, apesar de nossas crenças. Ela estava sofrendo, mas, ainda assim, eu não sei se consigo ver a morte como livramento. Ela estava em coma induzido. E aí? Acho que não importa como se morre.  Acredito que se  há coragem, ela é momentânea e só quem está no olho desse furacão sabe o que está sentindo. Todo o resto é conjectura.
Por isso, respeite as lágrimas, as dores (sim, dói em mais de um lugar), o desconforto, a letargia ou o desespero de quem está enlutado. Ficamos frágeis, mesmo que não aparentemos. Cada um reage de forma diferente e tem relações diferentes (reveja a minha lista).
Sem perguntas. Não importa como aconteceu. Não queira saber motivos, razões ou circunstâncias. Curiosidade não ajuda nesse momento e nem é salutar.
Não sabe o que dizer?  Não precisa dizer nada. Um abraço  apertado cabe nesse orçamento emocional e terá um significado enorme até quando você mesmo deixar esse plano físico. Se não tem intimidade, um aperto de mão forte. A sua presença já denuncia o quanto você se importa e porque você está ali.
Se não quiser ir, também não precisa. Ir a velórios e sepultamentos não é para todos. Isso é fato e todo mundo entende.
Sobre redes sociais. Por favor, se não houve manifestação da família nesse quesito, não se manifeste também. Se houve,  não escreva nada de que possa se arrepender depois. Melhor, escreva o estritamente necessário. O que é jogado na rede, fica na rede e ela não serve para tudo. Adoraria que as pessoas entendessem isso. Enfim, não seja você um multiplicador de coisas desagradáveis.

*Ainda sobre redes sociais: em caso de tragédia ou não, por favor, encarecidamente, por obséquio, por respeito, não divulgue fotos das vítimas, não alarde a rede que já é tão agitada. Recebeu? Delete. Ver qualquer coisa nesse sentido para a família é sofrer demasiado. Um exemplo: a última vez que vi minha mãe sem vida foi no reconhecimento do corpo, por necessidade. Depois, a imagem que ficou pra mim foi de uma mulher sofrida, mas não triste. É o que queremos ter dos que amamos: lembranças de como puderam ser felizes em sua passagem por essa vida, apesar de tudo e de todos.
A morte é perda. Não tem ganho. É momento de dor. Em caso de dúvida, revise a lista que passei.
Sua religião diz diferente? Ainda assim, respeite as convicções religiosas e filosóficas da família. São eles que estão precisando de apoio.

*Por último, respeite a memória de quem se foi e respeite a dor de quem ficou.

No mais,  Ces’t la vie...

Magda
(15/09/2016)