terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Para saudar Mozart, a Orquestra Sinfônica recebe o maestro João Carlos Martins e a pianista Clara Sverner




 

Pianista Clara Sverner fará participação
especial na Orquestra Sinfônica
 
No segundo concerto da temporada de 2013, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro receberá dois nomes celebrados na constelação da música erudita. A noite, em homenagem ao austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, será regida pelo maestro João Carlos Martins e contará com a participação da pianista Clara Sverner. O encontro entre eles e a orquestra será hoje, a partir das 20h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro, com entrada franca.

O programa contempla duas composições de Mozart: o Concerto 23 e a Sinfonia 41. Concluído em 1786, quando a ópera Bodas de fígaro estava prestes a estrear, o Concerto 23 implementa um diálogo estreito entre o os solos de piano e a orquestra. Até então, os concertos para piano tinham passagens orquestrais muito simples ou continham um momento específico para o solo. “Além de ser o primeiro freelancer de seu meio, Mozart realmente procurava uma experiência sonora. É considerado o Shakespeare da música”, destaca a pianista, que gravou uma caixa com cinco discos contendo todas as sonatas para piano compostas por ele. Ela participará apenas do Concerto 23.

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Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro João Carlos Martins, realizará grande concerto de gala em homenagem a Wolfgang Amadeus Mozart. No programa: Concerto para Piano e Orquestra nº 23, tendo como solista o clarinetista Clara Sverner, e a Sinfonia nº 41, Júpiter de Wolfgang Amadeus Mozart.

Local: Teatro Nacional Cláudio Santoro - Setor Cultural Norte - Asa Norte - Bilheteria: (61) 3325-6239 ou 3325-6256, das 12h às 20h
Data: Terça, às 20h
Preço meia: Entrada franca (mediante a ordem de chegada)
De: 26/02/2013
Até: 26/02/2013
Informações: 3325-6232 e 3325-6171
 
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Mariana Moreira, caderno Diversão & Arte do Correio Braziliense
 
 

 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Governo do DF faz intervenção nas empresas do Grupo Amaral

 
Como Usuária, pergunto: Onde isso irá parar??
 
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Um decreto publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (25/2) institui uma situação inédita na capital do país: a intervenção em parte do sistema de transporte público coletivo do Distrito Federal. A partir desta manhã, o governo do DF assumirá o controle, a administração e a operação das empresas Viva Brasília, Rápido Veneza e Rápido Brasília, integrantes do Grupo Amaral, do ex-senador Valmir Amaral (PTB-DF).
 
Para promover a medida, o governo preparou uma operação diretamente coordenada pelo governador Agnelo Queiroz (PT) e pelo vice Tadeu Filippelli (PMDB). Acompanhados por policiais, fiscais do DFTrans e técnicos da Secretaria de Transportes vão assumir a administração das empresas que transportam 100 mil passageiros por dia. São mais de 2,2 milhões por mês. A operação das linhas ficará a cargo da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), sob a supervisão do presidente da empresa pública, Carlos Alberto Koch, com o aproveitamento da frota, estrutura e pessoal das três permissionárias privadas. Cobradores e motoristas serão mantidos, mas o governo terá o controle do fluxo de caixa, da arrecadação e da parte administrativa.
 
Reequilíbrio
 
O mecanismo é denominado na Lei Orgânica do DF como “assunção” dos serviços. O objetivo do governo é o reequilíbrio para manter a operação e fazer valer as obrigações das três permissionárias que vêm sendo sistematicamente descumpridas há meses tornando-as campeãs em reclamações de passageiros de ônibus principalmente na saída Norte do DF. As empresas têm a concessão de linhas em Planaltina, Sobradinho, São Sebastião, Paranoá e Itapoã em ligação com o Plano Piloto. Para atender a necessidades diárias e manter o sistema em operação, o GDF abriu uma linha de crédito para custear despesas emergenciais, com um limite de R$ 15 milhões.
 
A avaliação do governo é de que pela rotina de atrasos, superlotação e uso de veículos com idade avançada provocando desconforto, riscos e prejuízos diários para quem precisa do transporte público, as empresas de Valmir Amaral podem provocar um colapso no sistema. Com a obrigação de manter pelo menos 350 ônibus em operação, as permissionárias têm se valido de menos de 200, muitos em condições precárias. O resultado é uma péssima qualidade dos serviços. “O governo não vai permitir que a população seja penalizada, ficando sem transporte diário. Agimos agora, de forma firme, com respaldo jurídico, para assegurar a operação das linhas que estavam sob a responsabilidade dessas empresas, da mesma forma que agimos no início do governo para retomar o controle da bilhetagem eletrônica”, afirmou o governador Agnelo Queiroz ao Correio.
 
Acordo descumprido
 
A decisão foi amadurecida nos últimos meses. Em julho do ano passado, o Grupo Amaral firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o DFTrans, intermediado pela 2ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor e pela Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O acordo foi totalmente descumprido. Por isso, segundo o vice-governador, o Executivo não teve outra opção a não ser assumir os serviços. “Essa decisão é fruto de mais de oito meses de trabalho. O governo adota tal medida para evitar o colapso. Busca a manutenção do sistema de transporte. Nossa meta é perseguir a melhoria da qualidade dos serviços para a população”, diz Filippelli.
 
Entre as cláusulas ignoradas, estão os compromissos de manter 300 ônibus nas ruas e fazer um aporte de investimentos de R$ 880 mil por mês. O DFTrans criou uma comissão de fiscalização para acompanhar o cumprimento do TAC, como foi determinado pelo Ministério Público. Esse trabalho detectou que apesar da palavra dada pelo Grupo Amaral, as falhas persistem.
 
A “assunção” dos serviços é a primeira na história do DF, mas já ocorreu em municípios do Rio de Janeiro e São Paulo. Técnicos da Secretaria de Transportes estudaram experiências, como a ocorrida em Petropólis (RJ) recentemente. Nos últimos meses, houve um intenso trabalho de bastidores. Até mesmo representantes do Sindicato dos Rodoviários foram procurados com a promessa de que não haverá demissões. Pelo contrário, a medida poderá facilitar o pagamento dos empregados.
Irregularidades
 
Não há previsão de conclusão dos trabalhos do GDF no Grupo Amaral. Num segundo passo, a Secretaria de Transparência e Controle do DF deverá realizar auditorias para detectar eventuais irregularidades, fraudes e sabotagens. O trabalho foi discutido em reuniões sigilosas durante toda a semana passada. No sábado e domingo, os detalhes operacionais foram tratados pelos técnicos.
 
A decisão de assumir o controle das empresas foi analisada também pelo corpo jurídico do governo, segundo o qual há previsão na Lei Orgânica do DF para medida drástica, uma vez que cabe ao Poder Público fiscalizar a qualidade dos serviços de transporte coletivo e garantir que o sistema funcione sem risco de colapso. “Agiremos sempre, dentro da mais absoluta legalidade, para resguardar os direitos da população do Distrito Federal, em especial o direito ao transporte público de qualidade. É por isso que estamos licitando todo o sistema e fazendo mudanças profundas nessa área. Tiraremos o DF do último lugar, entre as 17 maiores cidades da América Latina, em qualidade de transporte público”, disse o governador.
 
A situação do Grupo Amaral, que já reuniu um conglomerado de empresas na área de transporte público, aéreo e concessionária de veículos, vem se deteriorando nos últimos anos. Uma disputa familiar dividiu o poderio de Valmir Amaral, suplente que exerceu o mandato no Senado durante sete anos, entre 2000 e 2007, com a cassação do titular, Luiz Estevão. Nos tempos de poder político e econômico, Amaral conseguiu em 1999 até mesmo indicar um funcionário de suas empresas como diretor do antigo DMTU (Departamento Metropolitano de Transportes Urbanos), hoje DFTrans, o órgão responsável pela fiscalização e controle do sistema de transporte público coletivo do DF. Com a licitação em curso que vai dividir o DF em cinco bacias, as empresas do Grupo Amaral ainda não conseguiram vencer nenhum trecho. Devem ficar fora da operação.
 
No ano passado, Amaral teve parte dos bens bloqueados pelo Tribunal de Justiça do DF em decorrência de uma briga pela dissolução societária de 11 empresas do Grupo. Entre os bens tornados indisponíveis estavam uma Ferrari Califórnia, um Porsche Panamera S, um helicóptero Eurocopter EC-120 Colibri, um Lamborghini Gallardo e um apartamento de 160 metros quadrados no Setor Sudoeste.
Por Ana Maria Campos, Correio Braziliense

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Nicole Scherzinger - Phantom Of The Opera (Royal Variety Performance)

 
Caros,
 
Assisti a este vídeo só por curiosidade em ver como a Nicole se sairia. Confesso que o meu "boto-fé" estava bem distante.
 
Ela ousou e apesar de parecer tensa, ficou bacana. 10 pela coragem.
 
Nota 11 para o elenco do Royal Variety (Earl Carpenter, Ramin Karimloo, John Owen Jones and Simon Bowman)! Que vozes ma-ra-vi-lho-sas! Amei todos eles...






quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

PORTAL DO CIDADÃO

 
 
Você sabia que o GDF tem um PORTAL DO CIDADÃO?
 
Está bem distribuído e  o link vai diretamente para o assunto,
sem que você precise entrar na página inicial dos sites.
 
 


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

RE-DES-COBERTAS


 

 "Nenhuma verdade é banal."
Handrade

SU-CES-SO





Nem sempre eu tenho sucesso, se isto significa apenas realizar o que eu quero. Mas posso me sentir bem-sucedida apenas por ir adiante em minha agenda. Tenho uma força interna que me ajuda a ver a coisa certa a ser feita. Todos nós passamos por este mundo em tão pouco tempo, e se você não vai fazer o que é certo, se não será corajoso, então você realmente não merece a confiança do outro. Para mim, ser bem-sucedida é ser verdadeira a mim mesma. Posso não ganhar sempre, e ultimamente eu realmente não ganho. Mas ainda estou tendo sucesso em meus próprios termos. Tudo que posso fazer é ser fiel a mim mesma.


BárbaraBoxerBarbara Boxer, Senadora pela Califórnia